quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Observando melhor as crianças


Em certas ocasiões, quando as mães defrontam-se com certos problemas de saúde em seus filhos, ficam tão nervosas que não conseguem analisar corretamente o que está acontecendo. E muitas vezes, caso necessitem procurar o homeopata, não conseguem descrever exatamente os sintomas da criança.
A primeira atitude nessas situações, é manter a tranquilidade para saber o que acontece com seus filhos, e se eles necessitam de cuidados médicos. A tranquilidade evita as saídas precipitadas para o médico, às vezes sob temperaturas inadequadas, que só prejudicam o estado geral da criança.
É bastante importante que as mães compreendam que as crianças necessitam adoecer para evoluir. Toda pessoa, quando vai amadurecer sofre uma crise e, como as crianças estão em permanente estado de amadurecimento, frequentemente estas crises aparecem em forma de diarreias, resfriados, tosses, gripes e outras manifestações orgânicas. Quando fica comprovado que estas crises são evolutivas, a indicação de remédios é desnecessária, e os casos que ficarem caracterizados como doença serão tratados de acordo com a individualidade de cada criança, observando-se o organismo em sua totalidade.
Em uma gripe, por exemplo, a criança pode ter tosse, febre e coriza. Em determinadas situações, esta tosse pode ser seca ou com catarro, e atacar com maior frequência à noite, devido à queda de temperatura. A tosse “cheia” é considerada benéfica porque elimina o catarro e não se deve oferecer xarope para diminuí-la. O ideal é dar líquidos e mel às crianças porque auxiliam a tosse a cumprir sua função.

As manifestações ligadas à área do comportamento são as que mais passam despercebidas pelas mães. A ansiedade, irritabilidade e carência afetiva são demonstrações que, frequentemente, atingem as crianças, e muitas vezes estes problemas são provocados pela maneira como as mães se relacionam com seus filhos. 
(Resumo feito do artigo "Observe melhor seu filho", retirado da revista Simília nº 62)

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Rhus toxicodendron

Ações profundas na pele. Erupção vesiculosa, com edema, ardor e coceira. Pele úmida. Erisipela vesicular.
Ação deprimente sobre a mente, com estado de prostração e estupor. Acompanha agitação. Agitação relacionada a dor, dolorimento. Fadiga cerebral, memória débil. Irritável, inquieto. Triste, chora sem saber o por que. Sonhos, principalmente com exercícios físicos cansativos.
Faz parte do TRIO DA AGITAÇÃO: ARSENICUM ALBUM, ACONITUM E RHUS TOXICODENDRON.
Rigidez dolorosa e fenômenos paralíticos.
Ação sobre tecido conjuntivo fibroso. Ação sobre tendões musculares. Sintomas reumáticos. Afeta tendões, aponeurose e ligamentos, principalmente após abuso de exercício, torções, ataques de reumatismo. Sensação de rigidez muscular aliviada por movimento. Sensação de rigidez dolorosa dos tendões, ligamentos, articulações. Rigidez muscular que desaparece por movimento. Torção. Rigidez articular dolorosa. Inchaço nas articulações, com dor. Dor e rigidez da cintura, pior quando está sentado, melhor quando encosta em algo duro. Dor na região lombar, após levantar algo muito pesado. Sensação de rigidez na região do sacro e região lombar. Dor ciática.
Melhor pelo movimento e pelo calor.
Pior a noite, e deitado sobre o lado dolorido.
Influência sobre a circulação.
Artrite e gota.
Inflamação dos olhos, ficam vermelhos, com conjuntiva injetada e pus.
Ponta da língua vermelha. Grande sede.
Faringe seca, inflamada. Muita sede, com grande secura da boca.  Sente fome, mas sem apetite. Não deseja alimentos.  Náuseas e vômitos após beber água fria, comer. Dor de estomago e náuseas.
Dor abdominal com gases. Diarreia com deposições pouco abundantes, viscosas, as vezes misturadas com sangue. Ardor no ânus. Dor rasgante.
Pouca urina, com sedimento. Urina emitida lentamente, por debilidade da bexiga. Paralisia da bexiga com incontinência noturna. Perda involuntária de urina.
Coriza abundante e escoriante.
Rouquidão. Resfriado gripal. Hemoptise.
Palpitações.
Males do coração associados à sensação de entumescimento e debilidade do braço esquerdo, pulso pequeno e acelerado, as vezes irregular e intermitente.
Alívio com o movimento. Mas depois piora, e o paciente para. Depois volta a mover-se novamente.
Dilatação do coração com angústia.
Pescoço rígido.

Deslocamentos.

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

O Tratamento Homeopático é Demorado?
O tratamento homeopático é frequentemente associado à demora em obter resultados.  Mas isto é realmente verdade?
Em se tratando de doenças agudas, o paciente que busca tratamento espera resultados imediatos, ou pelo menos rápidos. Isto por que nestes casos, os sintomas tendem a ser mais agressivos, como acontece em um quadro de gripe ou diarreia, por exemplo. Como poderia então um paciente tratar-se nestes casos com homeopatia se o tratamento demorasse, especialmente em se tratando de crianças ou idosos, onde muitas vezes não é possível esperar muito tempo até a recuperação? O tratamento homeopático em casos agudos, praticado por um prescritor experiente, tende a ser rápido e eficiente, quando o medicamento escolhido é o correto. É importante iniciar o tratamento a tempo, antes que os sintomas tornem-se muito intensos, porém isto não é uma regra.
As doenças crônicas são moléstias que evoluem lentamente, ao longo de muitos anos e muitas vezes ao longo de toda a vida, iniciando-se com sintomas ou alterações quase imperceptíveis. Exemplos de doenças crônicas são: depressão, artrite, enxaqueca. Durante a vida, estas doenças apresentam sintomas mais intensos por certos períodos, aos quais chamamos de crise (por exemplo, um episódio de enxaqueca é uma crise, porém a doença em si é crônica, e não aguda). Os períodos de crise podem ser tratados como um caso agudo, porém é sempre necessário fazer o tratamento crônico, que evita novos períodos de crise.
No caso de doenças crônicas, o tratamento tende a ser mais longo, mas isto não significa que os sintomas irão demorar meses para apresentar melhora. Escolhendo-se o medicamento correto, estes tendem a amenizar logo no início, mas por tratar-se de uma doença crônica, o tratamento será mais longo. Nem mesmo tratamento alopáticos oferecem curas rápidas: o tratamento de depressão, por exemplo, com antidepressivos clássicos, não costuma durar tempo inferior a seis meses. A Homeopatia busca tratar sempre o paciente como um todo, e este tratamento da saúde integral também pode ser um pouco mais demorado do que simplesmente buscar sintomas isolados e tratá-los.
Portanto, a noção de que o tratamento homeopático é demorado, é errônea. Em casos agudos, de evolução rápida, a recuperação tende também a ser rápida, quando administrado o medicamento correto, e quando não há um miasma crônico associado. Nas doenças crônicas, de evolução lenta, a cura completa pode demorar mais, porém é possível verificar uma melhora gradual dos sintomas ao longo do tempo.
                

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Agravação Homeopática

Algumas vezes, durante o uso do medicamento homeopático, podem aparecer alguns sintomas novos, principalmente em pacientes muito sensíveis. Isto acontece, pois é quase impossível que o medicamento e a doença cubram um ao outro exatamente. Mas esta diferença, em circunstâncias normais, é facilmente eliminada pela força vital, e não é perceptível e apesar disto, o reestabelecimento prossegue até o fim almejado: a cura perfeita. 

Porém, em casos em que a dose não foi suficientemente pequena, ou quando a dose, mesmo que suficientemente pequena, foi repetida muitas vezes, pode acontecer a chamada Agravação Homeopática. Ela acontece nas primeiras horas após a tomada do medicamento, e é caracterizada pela piora dos sintomas. É, na verdade, uma manifestação dos sintomas do medicamento, que por serem bastante parecidos aos da doença, aparentam ser uma piora do quadro do paciente. Apesar de ser muitas vezes incômoda, a agravação é um bom prognóstico: indica que o medicamento escolhido está correto, e que a doença aguda tende a desaparecer em breve.

O que fazer nestes casos?
Se os sintomas do paciente não forem muito agressivos, é recomendável que o paciente não tome nova dose do medicamento, e aguarde até que os sintomas melhorem. Se a agravação gerar problemas aos pacientes (por exemplo em crianças, idosos, ou quando os sintomas forem bastante intensos), é recomendável que o paciente entre em contato com o prescritor, para nova avaliação do caso.

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Homeopatia em casos complicados

Alguns pacientes apresentam casos clínicos complicados ou já bastante avançados, e muitas vezes em estado terminal. Muitas vezes, parece que a homeopatia é a única solução para este tipo de paciente, que na maioria das vezes possuem histórico de tratamento alopático falho. Este tipo de caso deve ser recusado por homeopatas iniciantes, devendo ser direcionado a homeopatas mais experientes, para evitar o sofrimento do paciente. A prescrição incorreta da homeopatia não produz um mal direto ao paciente, mas pode causar uma disrupção no mecanismo de defesa, tornando as prescrições posteriores mais difíceis.
Quando o paciente possui histórico de tratamento homeopático sem sucesso, as respostas do mecanismo de defesa são alteradas, inicialmente de forma sutil, mas posteriormente, de forma mais profunda.
Casos em que haja um diagnóstico patológico grave, que o paciente tenha baixa resistência (pacientes idosos, por exemplo), onde há pouca resposta ao tratamento, são casos que podem tornar-se incuráveis, porém é difícil julgar quando um caso é curável ou não, e nenhuma decisão final deve ser absoluta.

Em pacientes que fazem ou fizeram tratamento alopático por muitos anos, como no caso de asma, artrite reumatóide, epilepsia, etc., os principais sintomas foram suprimidos, e o mecanismo de defesa está seriamente perturbado. Algumas vezes, é possível suspender o medicamento alopático, e continuar o tratamento apenas com a homeopatia, porém, em casos graves, não é recomendável a retirada do medicamento alopático, tornando o tratamento homeopático bastante difícil.

A estratégia para a escolha do medicamento, nestes casos, é a mesma: avaliar o caso atual do paciente, os sintomas mais recentes, e considerar também os sintomas que o paciente tinha antes de iniciar a terapia com medicamentos alopáticos, de modo a obter sintomas mais verdadeiros e originais da doença.

Referência: Homeopatia: Ciência e Cura (George Vithoulkas)


terça-feira, 9 de junho de 2015

Hepar sulphur
Hipersensibilidade às sensações exteriores e à dor. Irritabilidade. Impetuoso. Sensível às correntes de ar, não suporta o mais leve toque, sensível às dores, irritação metal, irrita-se facilmente. Impulsos a cometer atos violentos. Mau humor e fraqueza de memória. Ansiedade ao anoitecer. Ao mesmo tempo: debilidade nervosa. Irritam-se por nada. Angústia e pensamentos suicidas a noite. Muito sensível à dor: desvanece ao menor sofrimento. As contrariedades são intensos sofrimentos para Hepar sulphur. Nunca está satisfeito, fala precipitadamente, triste e deprimido ao entardecer. Sobressaltos durante o sono, com choro e grande angústia.
Pele que supura ao invés de curar. Se usado antes da formação do pus, impede sua progressão, e cessa o processo inflamatório. Se usado quando o pus já estiver formado, ele apressa o processo e a secreção e ajuda na reparação da úlcera. Furúnculos e erupções extremamente dolorosos. Tendência à supuração.
Mau-cheiro em crianças mesmo quando tomam banho.
Dores que picam.
Melhor com o clima úmido. Pior com o clima frio e seco. Secreção do nariz (coriza) quando sai ao ar frio. Perde a voz no tempo frio.
Suor acre durante o dia, que não traz alívio. Pele úmida. Transpira facilmente.
Inchaço, endurecimento e supuração de todos os gânglios do corpo.
Úlceras com mau cheiro.
Conjuntivite, com muita inflamação, vermelhidão e secreção dos olhos.
Afecções catarrais dos ouvidos.
Sensação de fome e vazio que corrói, principalmente de manhã. Debilidade da digestão e perturbação fácil do estômago. Constipação por atonia intestinal.
Tosse sufocante, com respiração difícil, profunda, seca. Decorrente da exposição ao ar frio, à correntes de ar. Tosse quase asmática. Pontadas na garganta que estende-se ao ouvido.
Secreção mal cheirosa do ouvido.
Úlcera gástrica com desejo de coisas ácidas.
Secreção purulenta dos olhos.
Urgência para evacuar, mas não consegue expelir as fezes que não são duras. Dificuldade na evacuação.
Fraqueza na bexiga. Catarro na bexiga, com depósito de muco na urina. Ardor na bexiga. Urina turva e branca.
            Crupe após se expor a climas frios e secos.
Inflamação com estado catarral das mucosas: respiratório, ouvidos e olhos.
Garganta bastante sensível ao tato, com dificuldade para falar, com rouquidão.

ARTIGO MERAMENTE INFORMATIVO! NÃO SE AUTOMEDIQUE, PROCURE UM MÉDICO OU FARMACÊUTICO.

quarta-feira, 20 de maio de 2015

A Natureza da Vida e das Moléstias

A vida é um movimento contínuo, incessante, de composição e decomposição, que se passa no interior dos tecidos do ser vivo colocado em um meio conveniente. Não há nada similar à vida entre os outros fenômenos naturais. As reações químicas que acontecem nos seres vivos variam incessantemente, e não param senão com a morte. Assim, todas as combinações que se passam no nosso corpo entre os elementos dos nossos tecidos e os materiais nutritivos que neles penetram são móveis, instáveis e contínuos. São físicos e químicos em sua forma, mas se fazem e desfazem por uma causa superior, que não é física nem química.  A vida, como se diz vulgarmente, é uma constante adaptação do organismo ao meio. Quando existe harmonia, há saúde; quando ela deixa de existir, diz-se que há moléstia. A moléstia, como a saúde, tem sua sede na força vital. A moléstia é o desarranjo da saúde.
Sendo assim, a moléstia é uma desordem vital da dinâmica geral. É dessa desordem dinâmica que emanam, em seguida, predisposições hereditárias e circunstâncias especiais do meio ou do indivíduo, as localizações anatômicas acompanhadas de uma série de sintomas particulares.
As moléstias são gerais: não existem moléstias mentais ou corporais. O que há, na realidade, são formas de moléstias, em que em alguns indivíduos manifestam-se de uma forma, e em outros, de outra.           

A homeopatia busca tratar o doente, e não a doença, pois cada doença é particular a um indivíduo.
É possível dizer que um estado ideal de saúde não existe: consiste apenas em uma série de oscilações funcionais em torno de um tipo normal hipotético ou abstrato. Habitualmente, essas oscilações se mantém dentro de certos limites, dentro de uma certa medida. Quando essas oscilações se afastam muito do tipo normal, diz-se que há moléstia.

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Similia Similibus Curantur
(A Cura pelos semelhantes)

A Homeopatia realiza a cura através da Lei dos Semelhantes. O que significa isso? Os sintomas de uma moléstia natural são curados pelo medicamento que produz, no corpo são, sintomas artificiais semelhantes.
Vejamos um exemplo: o Café. A maioria das pessoas conhecem o fato de que o café produz insônia, especialmente quando o indivíduo não está habituado a tomá-lo, pois excita a imaginação e impede a conciliação do sono. Por outro lado, quem quer que se trate com Homeopatia sabe muito bem que pessoas afetadas pela insônia nervosa curam-se com Coffea. Isto acontece pois, num homem são, o café determina a insônia, e em outro indivíduo afetado pela insônia, ele é curativo.
Para que o medicamento homeopático seja bem aplicado, é necessário que os sintomas sejam avaliados em sua totalidade, ou seja, o organismo deve ser avaliado como um todo, e a partir daí o medicamento correto deve ser escolhido.

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Belladonna

Droga de muitos usos. Condições agudas e violentas.
Caracterizada por violência. Dores pulsantes violentas, sobressaltos, convulsões violentas.
CALOR, RUBOR, INCHAÇO, DOR.
Paliativa nas inflamações em geral.
Face vermelha brilhante, pupilas dilatadas, pele ardente, dores latejantes, intolerância à pressão e ao ruído estridente, ao movimento, à pressão.
Insolação.
Dores de cabeça congestivas, espasmódicas, violentas, ao andar rapidamente ou ao subir uma escada rapidamente... a dor é aliviada pressionando-se a testa com força.
Calor ardente nos olhos.
Secura da garganta e da língua, com dificuldade de engolir, como se a garganta fosse estreita demais, e como se nada passasse adequadamente por ela. Sensação de carne viva na epiglote.
Muito sensível ao frio.
Sensibilidade à luz, com pupilas muito dilatadas. Olhos abrem-se e fecham-se muito rapidamente, as dores vem e vão com grande velocidade. Tremores e contrações dos músculos. Entorpecimento e sonolência.
Garganta que arde como carvão em brasa. Amígdalas inflamadas que ardem como fogo. Calor intenso e violento, com vermelhidão brilhante. Inchaço rápido como se fosse estourar. Sede violenta, mas piora com a água.
Pior com o toque, vibração, luz, movimento e frio.
Inflamação do cérebro, pulmão e fígado.
Espasmos dos músculos, convulsões, estado selvagem aliviado ingerindo-se um pouco de comida.
Delírio de fúria que se joga contra a parede, que tenta escapar, que morde, cospe, chora, medo de um cão negro imaginário. Inclinação a morder quem o rodeia, rasgar em pedaços tudo o que se encontra à sua volta. Raiva, fúria violenta, delírio furioso, deve ficar constantemente amarrada, intolerante ao barulho e à luz. Sono inquieto.
Dor ao tossir.
Náusea. Abdômem sensível, que não suporta o menor toque, retenção de urina. Hemorragia uterina.
Mentruações adiantadas e muito profusas.
Tosse rouca e profunda.
Dores dilacerantes nas juntas, dores penetrantes ao longo dos ossos.
Paladar e olfato muito aguçados.
Convulsões, epilepsia.
Espamos das crianças durante a dentição.
Excita a constrição das fibras circulares dos vasos, dos esfíncteres, como na constrição da garganta, na cólica biliar, no parto que é atrasado pelas constrações do útero.
Abscessos, por ex na amíglada, furúnculo, onde o pus se desenvolve com bastante rapidez. Inflamações dos seios.
Sensação de bearing down nas mulheres.
Reumatismo agudo e crônico, rigidez reumática do pescoço. Juntas quentes, vermelhas e queimantes.

Suor apenas nas partes cobertas.


ARTIGO MERAMENTE INFORMATIVO! NÃO SE AUTOMEDIQUE, PROCURE UM MÉDICO OU FARMACÊUTICO.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Método Plus

Você conhece o método plus? Bastante popular entre alguns médicos, o método plus consiste em dissolver 2 glóbulos ou 2 gotas (ou segundo a prescrição médica) da medicação a ser tomada em meio copo com água (mineral, sem gás, sem gelo) e tomar dessa solução, uma colher das de café ou de chá, segundo orientação médica. 
A frequência com que o paciente irá tomar as doses depende da indicação médica, mas em geral, males agudos e mais graves, com maior número de sintomas ou sintomas mais graves e debilitantes, exigirá doses mais frequentes, como a cada 5 ou 10 minutos, por exemplo. Em males cuja resposta é esperada a intervalos mais longos, as doses também serão tomadas com menos frequência.
É importante ressaltar que sempre, antes de cada tomada, a solução deve ser agitada fortemente. O plus deve ficar protegido de contaminações, de radiações, e pode ser mantido tampado com um pires.
Como todo medicamento homeopático, deve ser feito jejum de alimentos, bebidas (exceto água) e balas 30 minutos antes e depois de ingerir a medicação.
A solução plus tem validade de apenas 1 dia, e deve ser renovada todos os dias, caso o tratamento se estenda por um período maior. Para preparar a próxima solução de plus, deve ser feito da seguinte forma: preparar novo plus com 2 novos glóbulos ou 2 gotas em meio copo com água, agitar 4 ou 5 vezes e desta solução retirar 1 colher das de sobremesa e diluí-la em outro meio copo de água, e continuar tomando deste segundo copo.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Bryonia alba


Medicamento agudo. Ansiedade em relação ao futuro, ás preocupações da vida cotidiana. Sonha e fala sobre os negócios do dia. Conversa irracional sobre os negócios, tagarela a respeito dos negócios que pretende fazer. Irritadiço. Mal-humor. Ansiedade desnecessária. Sombrio. Sonhos preocupados com assuntos domésticos. Cabeça confusa. 

Agravação por movimento.  Não suporta perturbação mental ou física.  Paciente não suporta sentar-se na cama. 
Movimento agrava: vertigem, dor de cabeça, plenitude na testa, fortes dores pulsantes na cabeça, dores penetrantes na cabeça e olhos, dores de cabeça que se expandem, dores em qualquer lugar, vômitos, sensação de plenitude e pressão no estômago, dores no estômago, ardência e pontadas no estômago, cólicas no intestino, dores abdominais, cólicas uterinas, eliminação involuntária de urina, dores de um seio inflamado, dores na região lombar, enrijecimento na região lombar, dores perfurantes nas juntas, dores ciáticas, pontadas no joelho, dores na panturrilha, tornozelo, articulações, suores, fraqueza, arrepios de frio, etc.
Dores PERFURANTES E EM PONTADAS: no cérebro, cabeça, olhos, ouvidos, dentes, garganta, estomago, abdome, fígado, esterno, glândulas, sob o lado esquerdo, estendendo-se para o coração.
ALÍVIO PELA PRESSÃO. Deita-se sobre o lado inflamado, para melhorar a dor.
Dor de cabeça pela manhã. Dor cabeça pressiva frontal, acentuada ao inclinar-se para frente. Dor no occipício, que repuxa até o pescoço. Pressão profunda na parte frontal do cérebro, em direção à testa, dor de cabeça ao inclinar-se para frente. Dor acima do olho direito, seguida por dor no occipício. Pior com movimento rápido e após comer. Dor no globo ocular esquerdo, pior ao movimentar o globo.
Dor de dente repuxante, dor como se um dente tivesse sido aparafusado e depois arrancado.
Secura na boca, sede violenta. Gosto amargo na boca. Ânsia de vomito e gosto amargo na boca que melhoram bebendo-se água fria.
Sede e fome excessivas. Grande desejo de café. Eructações amargas após refeição. Como se houvesse uma pedra no estômago após comer. Calor interno.
SINTOMAS DE GRIPE: Coriza fluente, coriza grave sem tosse, catarro viscoso nas fauces, que se solta através do pigarro, tosse seca. Sente como se o muco estivesse na traqueia, quando tosse sente uma dor de ferida. Tosse ao entrar em uma sala quente. Pressão na cabeça ao tossir, pontadas no esterno ao tossir. Penetrante dor aguda sob o mamilo direito, na cavidade do tórax, somente na respiração. Pontadas dilacerantes no lado esquerdo do peito, das costas até a frente, cansaço e peso em todos os membros.
Dores penetrantes nos dedos das mãos ao escrever, dor na junta dos cotovelos, dor no pulso, rigidez no joelho, pontada nos joelhos ao andar, pernas fracas, inchaço quente no pé,
Muito inclinado a bocejar. Exaustão e fraqueza ao levantar-se da cama.

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quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Sepia succus

Medicamento indicado principalmente para mulheres, em geral cansadas, com pensamento lento, e esquecimento. Aborrecida com as crianças e indiferente em relação ao marido. 
Não suporta ficar em lugar fechado. Calor e abafamento a fazem desfalecer.
Sente muitas dores nas costas, sente que deve sentar. 
Dor de cabeça, do lado direito da cabeça e do rosto, com uma sensação como de ondas de dor rolando e batendo contra o osso frontal, dor de cabeça com aversão a todos os tipos de comida, com sensação aflitiva de vazio e fraqueza no estômago, dor de cabeça de manhã com náusea, vertigem, epistaxe, dor de cabeça que melhora após as refeições.
Menstruação muito atrasada ou muito adiantada, causando desfalecimento, frialdade, tremores e leucorréia.
Medicamento bastante utilizado para ondas de calor no climatério, com suor momentâneo, fraqueza e tendência para desmaiar.
Dor na região lombar, dor ao andar, fraqueza ao andar, dor como por deslocamento. Muito cansada ao caminhar, prostração e fraqueza como de fome, repentinamente. Desmaio com calor, depois frialdade, grande exaustão de manhã quando menstruada. Pés muito frios, como se estivessem imersos em água.
Suor noturno profuso.
Herpes em volta dos lábios.
Coceiras que queimam quando coçadas.
Sensações raras: sente como se o coração tivesse parado. Como se a cabeça fosse estourar. Como se as pálpebras estivessem muito pesadas ou paralizadas.

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