Homeopatia em casos complicados
Alguns pacientes apresentam casos
clínicos complicados ou já bastante avançados, e muitas vezes em estado
terminal. Muitas vezes, parece que a homeopatia é a única solução para este
tipo de paciente, que na maioria das vezes possuem histórico de tratamento
alopático falho. Este tipo de caso deve ser recusado por homeopatas iniciantes,
devendo ser direcionado a homeopatas mais experientes, para evitar o sofrimento
do paciente. A prescrição incorreta da homeopatia não produz um mal direto ao
paciente, mas pode causar uma disrupção no mecanismo de defesa, tornando as
prescrições posteriores mais difíceis.
Quando o paciente possui
histórico de tratamento homeopático sem sucesso, as respostas do mecanismo de
defesa são alteradas, inicialmente de forma sutil, mas posteriormente, de forma
mais profunda.
Casos em que haja um diagnóstico patológico
grave, que o paciente tenha baixa resistência (pacientes idosos, por exemplo), onde
há pouca resposta ao tratamento, são casos que podem tornar-se incuráveis,
porém é difícil julgar quando um caso é curável ou não, e nenhuma decisão final
deve ser absoluta.
Em pacientes que fazem ou fizeram
tratamento alopático por muitos anos, como no caso de asma, artrite reumatóide,
epilepsia, etc., os principais sintomas foram suprimidos, e o mecanismo de
defesa está seriamente perturbado. Algumas vezes, é possível suspender o
medicamento alopático, e continuar o tratamento apenas com a homeopatia, porém,
em casos graves, não é recomendável a retirada do medicamento
alopático, tornando o tratamento homeopático bastante difícil.
A estratégia para a escolha do medicamento, nestes casos, é a mesma: avaliar o caso atual do paciente, os sintomas mais recentes, e considerar também os sintomas que o paciente tinha antes de iniciar a terapia com medicamentos alopáticos, de modo a obter sintomas mais verdadeiros e originais da doença.
A estratégia para a escolha do medicamento, nestes casos, é a mesma: avaliar o caso atual do paciente, os sintomas mais recentes, e considerar também os sintomas que o paciente tinha antes de iniciar a terapia com medicamentos alopáticos, de modo a obter sintomas mais verdadeiros e originais da doença.
Referência: Homeopatia: Ciência e Cura (George Vithoulkas)